Med

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Como é bom finalizar o ano e refletir sobre tudo que passou. Ver o que fez, o que não fez. Fazer uma pausa, analisar pontos positivos e negativos de meses de trabalho cria um estímulo maior para o próximo ano e, na maioria das vezes, a gente corrige aqueles desvios de percurso que na correria do dia a dia passam em branco.

 

Esse ano foi especial. Tudo novo e tudo feito com um carinho imenso e uma dedicação extrema. Mas esse blog aqui, apesar de agora estar mais claro, limpo e informativo, recebeu menos material do que costumava receber. É galera, postei bem menos por aqui. Mas isso rolou simplesmente por falta de tempo mesmo, ou mais provável, por falta de organização. E eu sinto falta. Continuo escrevendo pra caramba, meus cadernos sofreram com rabiscos, palavras e frases, textos cheios de emoção e também reflexões para um futuro ainda desconhecido. Acho que minhas palavras simplesmente tomaram outro destino. Mas foi bom perceber isso e está tudo bem.

 

Um detalhe muito claro pra mim, foi que minha atenção acabou se voltando especificamente para os casais que me procuravam. Me identifiquei e passei a estudar a história de cada um deles com carinho e afinco. Mas ao olhar pra trás, percebi que me afastava de algumas pessoas que me procuravam por outro motivo.

 

Quem acompanha meu blog à um tempo, sabe que venho de Pelotas, cidade universitária e lotada de uma galera que vêm de todo canto do Brasil. Esse pessoal passa anos por lá estudando nas diversas faculdades que tem na cidade. Eu era um deles um tempo atrás. Maior loucura. Uma febre de festas, muito estudo e projetos rolando em todo lugar e em toda roda de conversa. Claro que no final de tudo isso, antes de seguirem suas vidas em alguma outra cidade do Brasil, eles fazem sua festa particular. E geralmente no final de ano, sou convidado para estar em algumas.

 

Dias atrás foi a noite da Carol, médica e segunda a se formar no curso na família. A primeira foi a Camila e que já passou aquilo pelo blog também. Foi lindo, gente divertida por todo lado e um tanto de pessoas incríveis que não via à um bom tempo e que tive a chance de rever e dar um abraço apertado. Aproveitei uma luz que era diferente da que eu estava acostumado nos casamentos e busquei criar algo diferente, original e que tivesse verdade em cada momento registrado. Aqui pro journal vai em P&B porque… porque sim.

 

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