Experiências Porteñas

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Até o inverno de 2013 eu não conhecia Buenos Aires, procurava evitar os grandes centros. Esse tipo de aglomeração de pessoas nunca me atraiu e acabava buscando experiências em cantos mais refugiados aqui da América. Mas naquele ano, enquanto seguia para a Patagonia, acabei cruzando por lá, contra à minha vontade. Mas a pernoite por lá acabou em três dias alucinantes, sem dormir. Acabei praticamente fugindo de lá para descansar. Curti o lugar, mas nunca mais voltei.

 

Dias atrás acabei voltando, agora com a Grazy e resolvemos desbravar alguns cantos por lá. Uma mochila nas costas de cada um e disposição pra caminhar o que fosse para ver tudo que pudesse. Toda a forma de arte. Do tempero daquele sanduíche de salmão do Olsen até a costura do banco de um Cadillac 1907. Uma conversa descontraída com o taxista na madrugada, um rum na barbearia, a história do padeiro traído que virou um café em “homenagem” a ela. Queria tudo o tempo inteiro. Deixei mesmo aquela ansiedade extravasar e caminhamos… caminhamos… caminhamos…

 

E dia 5, enquanto estávamos lá, foi aniversário do meu bem mais precioso. Ela que faz meus dias serem bem vividos, que me inspira e me faz sentir realizado. Amo.

 

Mas antes de seguir para as imagens, peço desculpas pela quantidade delas. Foto pra caramba, mas não consegui excluir mais nenhum detalhe.

 

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