A day in Paraty

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05/12/2015 – Praça Cel. Pedro Osório, Pelotas

 

Agora a pouco estava em casa, revendo e editando algumas fotos do mês de novembro. Entre elas, aquela tarde que passamos na históricas e irregulares ruas de Paraty. Sem preocupações e sem salto. Pé no chão e sorriso no rosto. Foi quando pensei em escrever essa carta pra vocês, mas cadê minha caneta?

 

Faz um dia lindo de sol por aqui. Essa saída para comprar canetas acabou rendendo um belo passeio. No caminho me encontrei com a Grazy, revi amigos, escutei um samba no mercado e vi antiguidades. Tudo se encaminhou para os pés de um antigo Jacarandá, vistoso e florido. Sol se pondo sobre as árvores, com a Grazy do meu lado e delicadas flores de cor lilás caindo sobre meu caderno. Agora sim, com uma caneta em punho.

 

Sabe casal, quando estava revendo nossas fotos daquele dia, o que mais me saltava aos olhos não era o colorido das portas e janelas da velha Paraty, ou as flores em harmonia com as casas que percebi enquanto andava com vocês naquele dia. Percebi o jeito carinhoso que a Daiana olhava pra você André. Igual aquele dia que nos conhecemos na sala dos pais da Grazy, no Rio. Igual. Falar do dia do casamento de vocês, fazia instantaneamente erguer o canto do lábio de cada um. Prosseguir fazia ligar o canto a orelha haha.

 

Nas fotos a gente percebe bem. São gestos sutis, são instantes parados. As fotos estarão lá para marcar aquele dia quente em Paraty, mas elas falam mais que isso. Daqui a um tempo se lembrarão dessa época e elas estarão lá para lembrar os dois desses pequenos detalhes.

 

Muito bom conhecer vocês.

 

Com carinho

Jeff

 

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